sábado, 31 de julho de 2010

Piratas do Caribe: O Baú Da Morte ( Pirates of The Caribbean: Dead Man's Chest, 2006)

Normalmente quando um filme faz muito sucesso, logo uma seqüência é lançada para aproveitar o nome do filme, e criar uma franquia, e Piratas do Caribe, depois do sucesso que foi, não iria ficar de fora dessa. Mais dois filmes – rodados juntos – foram gravados para dar seqüência ao enredo, e pelo menos esse que é o segundo filme da franquia, não faz feio.
Davy Jones
 A história continua em altíssimo nível com Piratas do Caribe: O Baú da Morte, se da primeira vez Barba Negra serviu como molde para Barbossa, dessa vez outro pirata lendário – esse realmente lendário – foi escolhido para ser o vilão da trama, mantendo o tom sobrenatural do primeiro filme, Davy Jones (Bill Nighy) o capitão do navio fantasma Holandês Voador, vem cobrar uma dívida que Jack Sparrow tinha para com ele. Jack estará amaldiçoado a trabalhar no Holandês durante 100 anos, a menos que consiga pegar a chave e encontrar o baú que guarda o coração de Davy Jones. Mas Jack não é o único atrás do baú, Will Turner é coagido a procurar o baú pelo diretor da Companhia das Índias Orientais: Lord Cutler Beckett (Tom Hollander), que aprisiona Elizabeth e chantageia Will. Outro que parecia perdido resolve dar as caras e vai atrás também do baú, o ex Comodoro Norrington agora é um desempregado, e anseia em conseguir o seu posto de volta.
Kraken afundando navio
Piratas do Caribe: O Baú da Morte, não se atreve a ousar demais no roteiro, e mantêm a mesma proposta do primeiro filme, com cenas de ação em alto mar de tirar o fôlego. O grau de aventura é alucinante, e o filme não deixa o espectador respirar nenhuma vez com cenas hora emocionantes e hora hilárias. A seqüência com os canibais é um dos melhores momentos do filme. Mas a grande sensação do filme é o mascote de Davy Jones: O Kraken. O monstrengo é gigantesco, e ataca com seus tentáculos, destruindo alguns navios ao longo do filme. Bill Nighy também interpreta muito bem o seu Davy Jones, fazendo do antagonista um verdadeiro vilão dos mares. A reintegração de Norrington à trama caiu como uma luva, e tem no ápice de sua participação a batalha tripla na qual ele, Jack e Will duelam para ver quem ficará com a chave e consequentemente com o coração de Jones.
A trama tem um fim inesperado, culminando com a morte de uns protagonistas, mas não é um final definitivo, o filme acaba com o ressurgimento de alguém que deixou saudades no primeiro filme, e joga muita expectativa para o terceiro e ultimo filme da trilogia.

Direção Gore Verbinski
Roteiro: Teddy Elliott, Terry Rossio
Duração: 150min
Distribuidora: Walt Disney Pictures

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