terça-feira, 1 de maio de 2012

Os Vingadores (The Avengers, 2012)

Em 2008 era lançado no cinema O Homem de Ferro, filme do clássico super herói que até então nunca tinha tido chance nas telonas. Como senão bastasse, seria o primeiro filme da Marvel Studios (que até então disponibilizava seus “supers”, para outros estúdios) e ainda trazia em seu âmago uma difícil missão: servir de teste, e prólogo para uma futura adaptação dos Vingadores. O filme foi um sucesso, e ainda foi anunciadas: uma continuação, e filmes solo de Thor, Capitão América, Hulk (um reboot graças ao péssimo longa anterior), do Homem Formiga e anunciado para 2012 finalmente Os Vingadores.
Com exceção do Homem Formiga, que não foi aos cinemas, Thor, Capitão América: O Primeiro Vingador, O Incrível Hulk e Homem de Ferro 2, foram levados a diante, e o resultado foi excelente, mesmo com alguns filmes fracos entre esses, todos contribuíam para dar consistência ao universo Marvel nas telonas, e mais força para a chegada dos Vingadores... Eis que enfim, a espera terminou e Os Vingadores já estão entre nós.
Dirigido pelo desconhecido Joss Whedon (iniciante na direção, mas responsável pelo roteiro de excelentes filmes como: Toy Story, Titan entre outros), Os Vingadores conta como o irmão de Thor, Lóki escapou da justiça de Asgard, e agora conspira com os Chitauri, para roubar o Cubo, e dar inicío a uma invasão alienígena na Terra. Perante a grande ameaça, Nick Fury (Samuel L. Jackson) resolve por em prática o projeto antes vetado pelo governo, a reunião de super heróis, num grupo que ficaria conhecido como: Os Vingadores.
Esse projeto ambicioso, desde o início trazia uma grande preocupação: como colocar na tela, e dividir de maneira sensata a importância de todos esses super heróis? Se para os principais personagens foi necessário um filme próprio, como fazer um filme só com todos juntos sem que ninguém saia menosprezado? O fato é que Joss Whedon, roteirista profissional, e que já tinha roteirizado HQ’s para a Marvel, conhece bem esse ambiente, e consegue de forma magistral dar um lugar decente a todos os personagens.
. Se já era difícil colocar tudo em ordem sem beneficiar demais um único personagem, com fazer o mesmo com os atores? De um lado tinha Robert Downey Jr. já prestigiado ator e de longe melhor personagem de todos com seu icônico Tony Stark, do outro os recém promovidos a heróis: Jeremy Renner (como Gavião Arqueiro) e Mark Ruffalo ( terceiro intérprete diferente de Hulk nos três últimos filmes). O roteiro fantástico consegue colocar tudo e todos em seu devido lugar.
O filme começa com uma espécie de introdução de seus principais heróis(introdução essa que faltou ao Gavião Arqueiro, que cai de gaiato na super equipe, mas nem mesmo um prólogo de seu passado é mostrado), passando pela sua reunião, e efetiva formação da tão sonhada equipe. Tudo o que todo e qualquer fã de quadrinhos, poderia pedir está presente, desde os desentendimentos básicos, passando pelas tão sonhadas e aguardadas rixas (sim, aquelas brigas entre Thor x Homem de Ferro, Thor x Hulk, estão todas lá), e pelo processo final de formação e manutenção da super equipe. Mas como convencer a trabalhar juntos pelo bem maior, o egocêntrico Tony Stark, o incontrolável Hulk, o deslocado Capitão América e o deus de outro mundo Thor, aí mais uma excelente tacada dos roteiristas, que fazem do Agente Coulston (Clark Gregg) figura presente últimos 3 filmes da Marvel, como a cola que realmente une os heróis em uma super equipe, e uma singela homenagem a todo nerd fã de quadrinhos!
Se a história ficou boa, com todos os embates e discussões presentes, o que realmente importa não ficou esquecido: a ação! Os Vingadores realmente dá um show em questão de efeitos especiais e cenas de batalha. Nesse quesito toda a grandeza das HQ’s foi trazida para a tela, desde a destruição no centro de Manhattan (oO cidadezinha maldita) até o gigantesco aeroporta-aviões da Shield. Nas batalhas tem espaço para todo mundo, para o irônico e brincalhão Homem de Ferro, para o patriótico líder Capitão América, Thor e até para os pequenos: Viúva Negra e Gavião Arqueiro, todos tem seu lugar no espaço, e todos desempenham bem sua função. E com tanto figurão, a pergunta principal dos fãs era: e o Hulk? Como colocar num filme uma criatura tão poderosa e incontrolável que tem muito mais o estigma de problema do que a alcunha de super herói? O fato é que foi tão bem aproveitado, que de longe o Hulk é o melhor (e protagoniza as melhores cenas) de todos os Vingadores. O gigante esmeralda é outro que rouba a cena, completamente diferente de todas suas interpretações (afinal o Hulk é uma criatura tão incontrolável que exige atores diferentes a cada filme para interpretar seu alter ego Bruce Banner) finalmente mostra a que veio, mostra como é o mais poderoso (até certo ponto) personagem da Marvel, e consegue ser também o mais engraçado do filme (destaque para a épica batalha entre Hulk x Loki).
Enfim, Os Vingadores chega como um dos mais esperados filmes do ano (numa lista que ainda tem Batman, Homem Aranha,  O Hobbitt e Prometeus) e já supera todas as expectativas, figurando com talvez o melhor filme de super heróis já lançado, ou pelo menos o mais audacioso de todos. Um fantástico filme de ação, seja para quem é fã das HQ’s ou para quem só conheceu esses personagens a partir do cinema, um filme que deve agradar a todos, e diferente de algumas franquias que só devem fazer sucesso na Sessão da Tarde, que esse seja um filme para ser visto, no Telecine, Cinema Espetacular, Tela Quente... Altamente recomendado!!!



Direção: Joss Whedon
Roteiro: Joss Whedon, Zak Penn 
Duração: 142min
Distribuidora: Marvel Studios






sábado, 15 de outubro de 2011

Drive True

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Miniaturas Marvel

     A Panini traz para o Brasil a coleção de miniaturas Marvel! Fabricadas pela Eaglemoss, as figuras são todas esculpidas em chumbo e pintadas a mão! Tanta qualidade assim (ainda mais nessa porra de país) é lógico chega com um preço bem salgado, com cada miniatura custando a média de 40 reais!!!
     O preço salgado ( somado ao lançamento quinzenal) pode afastar os consumidores, mas ainda assim a procura vai ser grande atrás dessas magnificas figuras (nas bancas aqui estão sendo bem procuradas)!
     A pior notícia (depois do preço lógico) é que aqui no Brasil serão lançadas apenas algumas delas, enquanto na europa onde são comercializadas, já passam de 150 exemplares, e existem diversos Packs Especiais! Abaixo a imagem da algumas das miniaturas ( as 15 primeiras serão lançadas pela Panini)!
Magneto, Wolverine, Dr. Octopus, Homem Aranha, Coisa

 Fênix,  Homem de Ferro,  Demolidor,   Tempestade,     Thor
Blade, Surfista Prateado, Duende Verde, Capitão América, Dr. Destino

Shocker, Bishop. Valquíria, Mandarim, Homem Impossível


Dead Pool, Mistério, Jaqueta Amarela, Luke Cage, Super Skrull

Mulher Aranha, Electro, Cable, Dormammu, Raio Negro

Namor , Loki , Mulher Hulk , Mistica , Doutor Estranho


Fera, Elektra, Tocha Humana, Justiçeiro, Gata Negra

Nick Fury, Lagarto, Polaris, Nova, Feitiçeira Escarlate


Capitão Britânia, Motoqueiro Fantasma, Kraven, Mephisto, Ciclope

Anjo, Venon, Homem de Gelo, Caveira Vermelha, Gambit

Ultron, Homem Areia, Senhor Fantástico, Vampira, Pantera Negra

Mulher Invisível, Noturno, Medusa, Punho de Ferro, Lince Negra

Toupeira, Caveleiro da Lua, Deathlocke, Dentes de Sabre, Soldado Invernal

Genis Vell, Emma Frost, Visão, Mercenário, Gavião Arqueiro








Quasar, Prowler, Estrela de Fogo, Missil, Triton







Hulk

sábado, 11 de junho de 2011

Asilo Arkham (Arkham Asylum, 1990)


"- Mas eu não quero me encontrar com gente louca - observou Alice.
- Você não pode evitar isso - replicou o gato.
- Todos nós aqui somos loucos.Eu sou louco,você é louca!.
- Como você sabe que eu sou louca? - indagou Alice.
- Deve ser - disse o gato - Ou não estaria aqui!"
                                                       - Lewis Carroll


Quão tênue é a linha que separa a sanidade da loucura? Como pode um indivíduo afirmar categoricamente que é normal? É com base nessa ideologia que se conceitua Asilo Arkham de Grant Morrison – de Os Invisíveis.
Depois de uma rebelião no Asilo Arkham – manicômio onde estão encarcerados os maiores vilões de Gotham City, eles dominam o local, e comandados pelo Coringa, exigem a presença no local, do maior de todos os loucos: Batman.


“Assim que nascemos, choramos por nos vermos neste imenso palco de loucos!”
                                                               - William Shakespeare


A narrativa de Grant Morrison se baseia no passado de Amadeus Arkham – fundador do Asilo Arkham e também um “ex-interno” – na perspectiva de Coringa e do próprio Batman. Juntando a visão desses personagens sobre a sociedade, intercaladas pela participação de outros icônicos inimigos do morcego – com direito a uma participação excelente de Duas-Caras – Asilo Arkham surpreende e passa a ser mais que uma HQ, e se torna uma espécie de ensaio sobre a loucura.
Como se não bastasse a boa narrativa de Morrison, as ilustrações psicodélicas e abstratas de Dave McKean dão o tom sombrio nescessário para a obra. No final da HQ, como um bônus, ainda tem inscrições e citações de alguns dos personagens sobre a forma como eles vêem o mundo.
Vasculhando a mente sombria dos internos, passando pelos métodos de tratamento, pela mente personalidade ímpar do Coringa, e pelas fraquezas e convicções de Batman, Morrison cria uma história fantástica, e profunda onde o próprio leitor irá se perguntar o quão são ele próprio é!

                                                     “Vá se divertir lá fora, no ASILO!”
                                                                                             - Coringa



Roteiro: Grant Morrison
Arte: Dave McKean
Editora: DC


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Baltimore e o Vampiro (Baltimore, 2007)


A mente criadora de Hellboy e suas fantásticas aventuras, se une a Christopher Golden renomado escritor de fantasia americano, para juntos criarem Baltimore, uma história de terror clássico, que segue as boas fórmulas do gênero, foge de clichês, mas não empolga como deveria.
A narrativa começa com Baltimore e seu pelotão em plena Segunda Guerra Mundial na batalha contra os Hessianos. Numa manobra arrojada e mal planejada, eles acabam caindo numa emboscada onde são arrasados. Baltimore o único sobrevivente, está caído no campo de batalha quase morto, quando vê estranhas criaturas aladas se alimentando do que restou de seu pelotão. Baltimore acaba atacando essa criatura e ferindo-a, mas o carniceiro revela ser mais do que parece e jura vingança contra Baltimore e sua raça.
A partir daí os holofotes, saem de Baltimore e passam para: Demetrius Aischros, Lemuel Rose e Thomas Childress, três cavalheiros que recebem um convite de Baltimore para comparecer em um determinado local e esperarem por ele. Enquanto se conhecem cada um conta como e onde conheceu Baltimore, e quais experiências sobrenaturais vivenciaram para levar a acreditarem nessa história.
A narrativa é bem detalhada e fluente, e consegue transportar o leitor com facilidade para “dentro” das páginas, e passar com muita competência o clima de destruição e doença da época da Guerra, cenários góticos, lúgubres, e pestilência por todo o local. Por outro lado o ritmo do livro não empolga, e não consegue fazer com que o leitor passe muito tempo “dentro” do livro.
O livro lembra um livro de contos, mas o mais interessante é a composição dele. Intercalando cada capítulo, ele traz uma passagem do conto O Soldadinho de Chumbo de Hans Christian Andersen, trechos que servem de referencia para a própria jornada de Baltimore, que acaba tendo o mesmo destino do soldadinho, como se fosse uma versão distorcida da história.
Eu não sei qual função teve Christopher Golden – embora tenho quase certeza que foi ele quem escreveu a narrativa – mas para quem é fã de Hellboy fica evidente a presença de Mignola, seja pelas ilustrações sombrias e envolventes, como pela imaginação, afinal durante as narrativas de Aischros, Rose e Childress, eles contam as situações sobrenaturais que já tiveram. Para quem leu Hellboy sabe que Mignola adora transformar lendas e mitos em verdadeiros contos de terror, e a história do Urso, da cidade das marionetes e do El Cuero (uma das mais bizarras criaturas criadas por Mignola) não deixam a desejar.
Tirando o ritmo arrastado o livro é excelente, e lembra em muito a obra de Bram Stoker, seja a narrativa intercalada ( que no caso de Drácula, era feita através de diários) seja pelo aspecto comportamental dos vampiros (que se assemelha a visão de Stoker, e não tem nada de encantadora dos “vampiros atuais”) e ainda conta com uma batalha final (coisa que não tinha em  Drácula, que era também muito “arrastado”). Pode não entrar para a história, mas é um horror clássico de muito bom gosto! Recomendado!


Escritor: Mike Mignola / Christopher Golden



quinta-feira, 5 de maio de 2011

Mortal Kombat 9 (2011)


Em 1992 era lançado para os arcades: Mortal Kombat! Com 7 personagens jogáveis, e gráficos baseados em atores reais, o que fez de Mortal Kombat um verdadeiro sucesso foi a violência explicita, com muito sangue e os lendários fatalities (golpes aplicados depois de vencida a luta, que exterminava o oponente de forma cruel!). Mortal Kombat logo se tornou um dos jogos de luta mais jogados da época, rivalizando com o concorrente Street Fighter, porém a longa vida útil do jogo se deve a outro fator, até então inédito: a inclusão de material extra e secreto! A probabilidade de liberar personagens secretos, ou outros easter-eggs conquistou milhares de fãs, e vários rumores e lendas surgiram a partir de então – o que acabou gerando muito material pra as continuações, como a lenda de um fatalitie de Raiden que ele usava o chapéu, que embora fosse falsa, serviu como idéia para a criação de Kung-Lao.
Mortal Kombat virou febre, vieram as continuações, com mais personagens, novos fatalities, cenários clássicos, e a coisa se expandiu, para a TV, cinema, e seriados. O fato é que a partir de certo momento – mais precisamente depois de Ultimate Mortal Kombat 3 – a criatividade acabou, e desde então nenhum outro bom jogo era lançado na franquia. O ultimo bom jogo Mortal Kombat 4 não fez tanto sucesso, e todas as outras tentativas de continuação, mesmo se utilizando dos gráficos 3D da era do PS2, não conseguiram emplacar. Se não fosse o poderoso nome, Mortal Kombat já poderia ter sido abandonado muitos anos, mas felizmente ano após ano, eram lançados mais títulos, e todos um fracasso.
O eterno rival de Street Fighter – que sempre acertou em se manter fiel as origens, com muito poucas variações – precisou mais uma vez se basear no concorrente para voltar a prosperar. Com o lançamento de Street Fighter 4 para PS3, a Warner Bros (que comprou a Midway depois de sua falência), junto com a Netherrealm Studios resolveram voltar as origens, e lançaram Mortal Kombat 9, com gráficos 3D e jogabilidade 2D, fazendo dele sem sombra de dúvidas o Mortal Kombat definitivo... por enquanto!
Com 28 personagens jogáveis – dois deles só liberados após o fechar o modo history – e 3 “chefes”, Mortal Kombat volta as origens utilizando apenas os personagens famosos na época do snes – com adição de Quan-Chi – conseguindo uma filtragem perfeita sobre a quantidade de personagens obsoletos que a série angariou nos últimos anos – embora eu tenha sentido falta de alguns, entre eles o clássico Motaro.
Os gráficos beiram a perfeição, fazendo jus ao poderio dos consoles dessa geração. Absolutamente tudo contribui para essa perfeição visual, desde os uniformes e caracterização dos personagens – que ainda conta com uniformes extras – até os cenários, que parecem vivos ao redor do personagem – e lógico, repletos de easter eggs.
Mas mesmo com os bons e velhos personagens, e com gráficos perfeitos, o que realmente chamou a atenção foi a jogabilidade: voltando as origens, o jogo é basicamente o mesmo de anos atrás, com infinitas melhorias. A física está perfeita, e combinada com uma excelente velocidade e um novo sistema de kombos, deixa o jogo muito mais dinâmico e realista. Além dos kombos e dos poderes clássicos, agora um sistema de especial está integrado ao jogo – que muito se assemelham a fatalities desferidos no meio da luta.
Mas Mortal Kombat não mereceria esse nome se não fosse um dos principais fatores da série: a violência! Mortal Kombat 9 eleva a violência a um patamar nunca antes alcançado em um jogo de luta, ou de qualquer outro estilo, além dos violentos golpes e especiais, que vai literalmente acabando com o adversário ao longo da luta, – quanto mais HP você perde, mais cheio de sangue seu personagem fica – os fatalities estão com força total e aterradora, em finalizações realmente nauseabundas. Pra aplacar tanta violência, os criadores não esqueceram de incluir os divertidos babalities, no qual o adversário é transformado em bebê – e cada um com sua própria animação.
Como se não bastasse, Mortal Kombat 9 ainda traz muitas novidades, entre elas as mais importantes são a Kripta: um local onde você usa o dinheiro ganhado no jogo, pra liberar material extra – como os uniformes alternativos dos personagens – e a Torre dos Desafios, um local com 300 missões pra cumprir, que incluem desde testes de lógica, a batalhas sob condições especiais.
Depois de anos agüentando péssimos jogos da franquia, finalmente podemos ter em mãos a obra de arte máxima dos jogos de lutas, um coquetel de nostalgia, porém com o implacável poder da modernidade! E até o fim do ano tem a promessa de uma expansão, com mais personagens, agora é só aguardar!

                           
Fatalitys

Baraka

Take A Spin: → → ↓ ↓ X - distancia de uma rasteira.
Up The Middle: ← → ↓ → [] - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: ↓ ↓ ↓ ↓, X.
Babality: → ← →, O.

Cyber Sub-Zero

Brain Freeze: ↓ ↓ ← ↓, [] - distancia de um salto.
Kold Fusion: ↓ ← ↓ →, ▲- distancia de um salto.
Stage Fatality: ↓ ↓ ↑, R2.
Babality: ↓ ← →, R2 - distancia de um salto.

Cyrax

Buzz Kill: → ↓ → ←, ▲- perto.
Nothing But Net: ← ↓ ← →, [] - distancia de um salto.
Stage fatality: ↓ ↓ ↑, R2.
Babality: ↓ → ←, ▲- distancia de um salto.

Ermac

Mind Over Splatter: ↓ ↑ ↓ ↓, R2 - distancia de um salto.
Pest Control: → ← → ↓, O - distancia de um salto.
Stage Fatality: ↓ ↑ ↓ ↓, X.
Babality: ↓ ↓ ← ↓, ▲.

Jade

Half Mast: ← ↓ ← ↓, O - distancia de um salto.
Head-A-Rang: ↑ ↑ ↓ →, [] - distancia da tela cheia.
Stage Fatality: ← → ↓, R2.
Babality: ↓ ↓ → ↓, O.

Jax

Smash And Grab: ← → → ←, ▲- perto.
Three Points!: → → ← ↓, X - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: ↓ → ↓, [].
Babality: ↓ ↓ ↓,X.

Johnny Cage

And The Winner Is!...: ↓ → ↓ →, O - distancia de uma rasteira.
Heads Up!: → → ← ↓, X - perto.
Stage Fatality: ↓ ← →, R2.
Babality: → ← →, O.

Kabal

Hook Up: ← → ← ↓, [] - distancia de uma rasteira.
It Takes Guts: ↓ ↓ ← →, R2 - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: ↓ ↓, O.
Babality: ↓ → ↓, ▲.

Kano

Eat Your Heart Out: ↓ ↓ → ←, O - distancia de uma rasteira.
Heartbreak: ← ↓ ← →, [] - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: ↑ ↑ ←, O.
Babality: → ↓ ↓, X.

Kitana

Fan Opener: ↓ ↓ ← →, ▲- perto.
Splitting Headache: → ↓ → ←, X - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: → ↓ ↓, X.
Babality: → ↓ →, O.

Kratos

The Blade of Olympus: ↓ ↓ ← →, ▲- perto.
The Medusa Gaze: ↓ → ↓ ←, [] - distancia de uma rasteira.
Babality: ↓ → ←, ▲- distancia de um salto.
Stage Fatality: ↓ → →, X - perto.

Kung Lao

Hat Trick: ← → → ←, ▲- distancia de uma rasteira.
Razor's Edge: ↓ ↓ → ←, [] - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: ↓ → ↓, R2.
Babality: ↓ → ↓, ▲.

Liu Kang

Fist Of Flame: → ← ↓ ↓, X - meia distancia.
The Beast Within: ↓ ↓ → ↓, O - distancia de um salto.
Stage Fatality: ↓ ↓ ↓, [].
Babality: ↓ ↓ ↓, O - distancia de um salto.

Mileena

Be Mine: ← → ← →, ▲- distancia de um salto.
Rip Off: ← → ← ↓, X - distancia de um salto.
Stage Fatality: ↓ ↓ ↓, [].
Babality: ↓ ↓ → ←, ▲.

Nightwolf

Ascension: ↓ ↓ → ←, [] - distancia de uma rasteira.
Little Off The Top: ↓ → ↓ ←, O - distancia de um salto.
Stage Fatality: ↓ ↓ ↓, R2.
Babality: → ← → ←, [].

Noob Saibot

As One: ↓ ↓ ← ↓, R2 - distancia de uma rasteira.
Make A Wish: ← → ← ↓, O - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: → ↓ →, R2.
Babality: → ↑ →, [].

Quan Chi

Beat Down: → → ↓ ↓, [] - distancia de uma rasteira.
On Your Knees: ↓ → ↓ →, O - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: ← → ↓, ▲.
Babality: → ↓ ←, ▲.

Raiden

Just A Scratch: ↓ → ↓ →, [] - distancia de uma rasteira.
Transplant: ← → → ↓, O - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: ↓ ↓ ↓, ▲.
Babality:↓ ← ↓, O.

Reptile

Acid Yak: → → ↓ ↑, X - distancia de uma rasteira.
Weight Loss: ↓ ↓ → ←, [] - distancia de uma rasteira.
(Clássico): ← ← → ↓, R2 - distancia de um salto (Requer roupa alternativa).
Stage Fatality:→ ↓ ↓, R2.
Babality: ← → ← ↓, X.

Scorpion

Nether Gates: ← → ←, X - perto.
Split Descision: → ↓ →, ▲- perto.
Toasty! (Clássico): ↓ ↑ ↑, ▲- distancia de um salto (Requer roupa alternativa).
Stage Fatality: → ↓ ↓ - ▲.
Babality: ↓ ← → ↓, ▲.

Sheeva

Lend A Hand: → ← → ←, O - distancia de uma rasteira.
Stripped Down: → ↓ ↓ →, [] - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: ↓ ↓ ↓ ↓, [].
Babality: ↓ ↓ ↓ ←, O.

Sindel

Migraine: ← → ↓ →, [] - distancia de uma rasteira.
Mouthful: ← → ↑, ▲- distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: ↓ ↓ ↓, [].
Babality: ↓ ↓ ↓ ↑.

Sektor

Robo-Sek: → ↓ ← →, X - distancia de tela cheia.
The Scarecrow: ↓ ↓ → ←, [] - distancia de tela cheia.
Stage Fatality: ↓ → ↓, R2.
Babality: ← ↓ ↓ ↓, O. - distancia de um salto.

Shang Tsung

Bang Bang!: ← ↓ →, X - distancia de um salto.
Identity Theft: ↓ ↓ ← ↓, ▲- distancia de um salto.
Stage Fatality: ↑ ↑ ←, ▲.
Babality: ↓ ← ↓, O - distancia de um salto.

Smoke

Smoked Out: ← → ← →, [] - distancia de uma rasteira.
Tremor: ← ← ↓ →, ▲- distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: → ↑ ↑, [].
Babality: ↓ ← ↓ → ↓.

Sonya Blade

Kut-Throat: ↓ ← → ←, O - distancia de uma rasteira.
Scissor Split: ↓ ↓ ← →, [] - distancia de um salto.
Stage Fatality: ← → ↓, ▲.
Babality: ← → ↓ ←, X.

Stryker

Have A Blast: ↓ → ↓ →, R2 - distancia de uma rasteira.
Time Served: → ↓ →, X - distancia de uma rasteira.
Stage Fatality: → ↑ ↑, X.
Babality: ↓ → ↓ ←, - distancia de um salto.

Sub-Zero

Have An Ice Day: ← → ↓ →, O - distancia de uma rasteira.
Spinal Smash: ↓ ← ↓ →, ▲- distancia de uma rasteira.
(Clássico): → ↓ →, ▲(Requer roupa alternativa).
Stage Fatality: → ↓ ←, ▲.
Babality: ↓ ← ↓, - distancia de um salto.




quarta-feira, 30 de março de 2011

Sucker Punch - Mundo Surreal (Sucker Punch, 2011)




Um dos mais bem capacitados diretores de filmes de ação dos últimos tempos, Zack Snyder conquistou seus fãs com as excelentes adaptações de 300 e Watchmen, e gerou toda uma expectativa com relação ao seu primeiro projeto original. Com Sucker Punch, Zack deixa evidente uma coisa: em seqüências de ação ele é no momento um mestre incomparável, mas na arte de contar estórias e compor o roteiro, deixa muito a desejar.
Sucker Punch conta a história de Babydoll (Emily Browning), uma garota que é injustamente internada em um sanatório pelo padrasto. Agora presa, e a poucos dias de sofrer uma lobotomização, ela encontra um meio de conquistar a liberdade: Deve conseguir quatro itens que lhe permitiriam fugir do local, mas tudo isso passando por várias fases – literalmente – dentro de sua mente, e para isso conta com a ajuda de suas novas amigas: Rocket (Jena Malone), Blondie ( Vanessa Hudgens), Sweet Pea ( Abbie Cornish) e Amber ( Jamie Chung).
O filme que até então é uma incógnita – pois ninguém entendia a idéia de Zack – começa com uma cena dramática e arrebatadora:  A jovem Babydoll se encontra numa mansão gótica, abalada pela morte dos pais, e acaba presenciando o assassinato de sua própria irmã, quando parte para fazer justiça com as próprias mãos, tudo isso sob o som de uma excelente Sweet Dreams – versão cantada pela própria atriz. Seqüência perfeita para prender a atenção do expectador, e criar os laços de amor / ódio com a personagem e o vilão, porém ao término da sessão, você fica se perguntando o que aconteceu, e a até então magnífica abertura, perde toda a sua alma.
Todo e qualquer peso intelectual – se é que Zack tentou passar mesmo essa idéia – se perde ao longo da trama, que mostra um plano de fuga simples e medíocre perpetrado por Babydoll e suas amigas na busca pela liberdade, e uma estranha reviravolta no final que não revira tanta coisa assim. O roteiro é fraquíssimo, e tenta vender a idéia que quatro itens são as chaves para  liberdade – uma vez que são quatro itens relativamente comuns de se encontrar – necessitando de um  momento e um modo certo de obtê-los – o que torna a coisa ainda mais maçante.


Mas com um roteiro tão estranho e simplório, o que faz de Sucker Punch um filme tão comentado, e discutido nos fóruns do momento? Sem dúvida nenhuma, os efeitos visuais. As cenas de ação são alucinantes e ousadas, e estão entre umas das melhores seqüências de ação dos últimos anos. Na mente de Babydoll ela e suas amigas, se tornam guerreiras implacáveis, e em meio a cenários orientais, steampunk, e futuristas, dão um verdadeiro show marcial, se você já se impressionou com as sangrentas batalhas de 300, espere para ver as acrobacias, tiroteios, e as porradas protagonizadas pelas garotas – tudo isso repletos de takes vertiginosos, característicos de Zack.
Bom é esse o resultado do estranho projeto saído da mente de Zack Snyder, uma mistura mal feita de filme de ação, com um filme de drama, no qual mesmo com uma excelente trilha sonora, não consegue passar tanta emoção, e as cenas de ação existem alheias à trama tosca e cheia de pontas soltas.
A idéia que dá é que Zack tentou misturar água e óleo, enquanto poderia muito bem ter trabalhado duro em cima de um filme de ação Sci-Fi / Steampunk que poderia ter entrado para a história. Sucker Punch, não abala a carreira de Zack como diretor, pelo contrário fica evidente que na hora de dar vida a um universo, e imaginar cenas de batalha ele tem um estilo único – não é a toa que fez tanto sucesso adaptando obras já existentes – porém não acertou a mão na hora de criar a sua própria história, e acabou fazendo de Sucker Punch, uma coisa bela, porém desconexa e insípida.

Direção: Zack Snyder
Roteiro:  Zack Snyder, Steve Shibuya
Duração: 109min
Distribuidora: Warner Bros, Legendary Pictures